Podcast é uma mídia? O que falta para ela crescer? O que há de errado ou de certo nos formatos?
Esses temas têm sido levantados em vários lugares pela Internet, então, que tal discutirmos sobre a mídia podcast?
Para isso, FatFrog e Tommy Lee Rugas chamaram três nomes de referência na podosfera brasileira, PH Santos, Eduardo Sales e Jabour Rio para compartilharem suas opiniões.
Ouça o episódio!
Links do Post:
- Papo de Gordo
- Baú Pirata
- Iradex
- Pauta Livre News
- Piratacast (episódio em que o FatFr0g é “homenageado” no final)
- Taberna do Smok
- Aspiracast
- Mídias e Modos
- Carta Aberta do Ricardo Ferro
- Podcast Religioso Klingon
- Visão Histórica
- Depois das 11
- 99 Vidas
- Guanacast
- RadioFobia
- JWave
- Jurassicast
- Scriba Café
Momento Errante da Podosfera:
- RadioFobia 67- “Podbreja Meu”
- PirataCast 30 – Manual do Serrote
- Na Caçada 53 – “Eu Sempre Quis…”
- Paranerdia 43 – “Recomendações de podcasts 2″
- Lagcast – Alternativo 10
Ganhador foi o Fernando Cortes. Parabéns, meu camarada!
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01/11/2011 at 10:13 pm
The first!!
Ainda baixando pra ouvir hoje !!
UUUUUUU.uuuuuuuuuuuuuu
01/11/2011 at 10:19 pm
Sacanagem!!!! Ilha Themyscira e Pó de Cash esperando eu sair do escritório para lançar cast novo????????????
Só de raiva vou ouvir no navegador!
Ah, SEGUNDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!
01/11/2011 at 10:23 pm
Cadê o Pauta Livre nos links? (ok, não ouvi ainda, mas o PH é de lá)
02/11/2011 at 1:01 am
Opa! Valeu pela menção ao “finado” Mundo Rod…Dudu, kd o Metacast?
Jabour, agora eu pinto a cueca do Aquaman…E eu desenho tb sim
No meu caso, como produtor eu prefiro podcasts crus, com pouca edição, sem efeito e música de fundo, com apenas uma abertura e um encerramento. Pra mim é esse o formato q me incentiva a produzir mais material, focando no conteúdo mais informal e levando no máximo duas horas de edição ao todo.
Como ouvinte eu não me incomodo com falta de edição e efeitos, contudo a captação do som tem q ser satisfatória e o assunto e a dinâmica entre os podcasters tem q me agradar.
Abs a todos!
02/11/2011 at 6:50 am
o rapadura é foda mesmo. o ph conseguiu grana no techtudo pq o nick ellis conheceu ele no rapadura e mesmo o ph sem partici[par ha um ano do cast. fiquei sabendo tb q o nick ellis conheceu o affonso solano pq ele participa do rapadura e assim convidou ele pra fazer coluna (ele nao conhecia o mrg).
o esquema é participar do rapadura. hoohahoahioai
02/11/2011 at 12:35 pm
Valeu à pena esperar meses e meses (e meses e meses e meses e meses e meses…) pelo episódio. Espero (até cansar, rs) que as coisas se acertem e que a periodicidade seja normalizada.
A primeira coisa que me chamou atenção no episódio foi a comparação que o Tommy Lee fez entre a podosfera (ouvintes e podcasters) e os rádio amadores. Desde que conheci essa mídia tenho essa mesma impressão. Esses dois universos totalmente distintos guardam entre si uma semelhança no que se refere ao produto (secundário) das duas atividades, a saber: a rede de relacionamentos gerada por ambos, o que justifica o Dudu “enquadrar” o podcast como mídia social.
Nós que ouvimos podcasts estamos em busca de informação e conteúdos específicos, mas a partir do momento em que conhecemos um podcast, o que nos mantém assíduos é a identificação e o relacionamento que estabelecemos com a equipe que o produz e em algum momento podemos acabar contaminados pelos relacionamentos que os podcasters mantém entre si, quando seguimos as indicações de outros podcasts. Nós ouvintes, somos consumidores ávidos dessa relação. Se quiséssemos o conteúdo somente, ficaríamos restritos aos textos dos blogs e sites de notícias ou se a questão fosse ouvir/ver alguém falando ligaríamos o rádio ou a TV. A forma do podcast, e a possibilidade de interagir com quem o produz, é o que torna essa mídia tão atraente, pelo menos para mim.
Quanto à questão do alcance do podcast, não vejo a longo prazo uma mudança significativa no que se refere ao aumento de número de ouvintes e a forma como as agências (por exemplo) encaram essa mídia. O podcast é uma mídia de “nicho” (talvez o nicho do nicho) e assim permanecerá principalmente porque boa parte do que se fala em um podcast é “piada interna”, cujo significado o ouvinte não consegue captar num primeiro momento (como diz o Ricardo Ferro em sua carta). Assim, como os quadrinhos norte americanos, o podcast nacional tem dificuldade em conseguir novos ouvintes, em parte, por problemas gerados por algo que lhe é essencial, no caso dos quadrinhos a “maldita” cronologia e no nosso caso a interatividade e o aspecto de “panelinha” que a podosfera acaba assumindo.
Isto posto, permanecem as perguntas. Será que o podcast tem que necessariamente “sacrificar” parte de sua essência apara ampliar o seu alcance? Pra onde o podcast quer crescer? O que se quer alcançar quando se fala em ampliar o alcance dessa mídia? O que o podcast tem a oferecer ao público em geral que justifique sua “massificação”/disseminação?
A podosfera ainda cresce norteada pelo case Jovem Nerd que usou/usa o podcast apenas como mais uma ferramenta em sua estratégia. Será que essa é uma fórmula que poder ser repetida?
Vou ficar por aqui porque cansei de “cagar” regra.
Abraços a todos e vamos continuar a fortalecer o movimento!
02/11/2011 at 1:49 pm
Foi mais um programa excelente. O tema é muito atual com várias discussões em vários lugares.
Parabéns aos envolvidos.
02/11/2011 at 3:17 pm
Pronto Tourinho, problema resolvido, obrigado por lembrar.
02/11/2011 at 3:58 pm
Gosto muito de podcast e ouço vários.
Não gosto de podcasts de música e prefiro que os podcasts de papo, humor, cultura não façam inserções musicais. Quando quero ouvir música tenho vários
meios – discos, cds, rádios, fitas, mp3 players etc… Podcast, para mim, é uma compania e assim gosto de gente falando e só.
Um abraço em todos,
Mário – 52 anos – Nova Friburgo
03/11/2011 at 3:03 am
Achei muito maneiro o cast.
O Eduardo Sales falou sobre o “cagar regras”. Eu não sei exatamente o ele quiser dizer com isso, mas as pessoas o tempo todo falam suas opiniões sobre tudo, inclusive podcast e esse episódio um grupo de pessoas falou de como eles acham que seria um bom podcast. Quando uma pessoa diz que algo assim não é bom, as pessoas acostumam encarar isso como se ela estivesse falando algo absoluto, por isso que eu tenho a mania de sempre que vou escrever algo sobre o meu gosto, eu coloco “eu acho” ou “na minha opinião”, porém eu mesmo acho isso desnecessário. Tudo que eu falo é a minha opinião, nada é absoluto, inclusive a minha própria opinião muda. O que quero dizer é que eu só acho nocivo o “cagar regras” quando as pessoas realmente exigem que você siga uma regra, com uma vez em vi um comentário no falecido Podmmo, de um ouvinte criticando o programa por ele ser diferente do Nerdcast e no final do comentário ainda colocaram “resumindo, façam como o nerdcast”.
Sobre a necessidade do Podcaster ouvir podcast, eu acho isso fundamental, principalmente para quem edita e conduz o cast. Quem só participa das gravações, sem opinar na condução do cast e escolha de tema, não é muito necessário, na minha opinião, mas o ideal é que todos que participam da mídia gostem dela. Se você não gosta de ouvir podcast, por que quer fazer um? (o pior é que eu conheço uma pessoa que não gosta de podcast e participa de um)
Dessa vez eu não deixei para ultima hora.
03/11/2011 at 4:13 pm
Bacana o cast… Uma análise sobre a mídia sempre é válida, afinal a mídia só tem a crescer com uma discussão sadia sobre os pontos fortes e pontos fracos que temos na mídia em si.
Gostei das histórias de como cada um começou. Parece que hoje em dia o ditado é “plante um árvore, crie um filho, escreva um livro, grave um podcast”.
Sobre a questão do “profissionalismo”, concordo plenamente. Tem de haver um cuidado maior dentro dos limites técnicos (afinal por melhores que sejam as soluções “grátis”, quem tem dinheiro pode investir em bons equipamentos e melhorar a qualidade), mas acho mais importante o cuidado com a qualidade de conteúdo, afinal por melhor que seja a qualidade técnica, se o assunto é discutido de forma insossa, o podcast fica intragável.
Na questão do “bom ou ruim”, o Dudu Sales foi perfeito: é questão de gosto do ouvinte. Tem gente que vai ouvir e vai gostar de um estilo “brincalhão”, outros vão gostar de um estilo “sério”, outros vão gostar de “misturado”… Eu por exemplo, quando comecei a ouvir podcasts achei sensacional o formato do Tabernacast do Smok, porém quando fui ouvir o Nerdcast (não sei porque) não gostei dos episódios. Fui passar a gostar do Nerdcast mais recentemente, talvez porque de tanto ouvir podcasts diferentes já criei essa cultura de ouvir podcasts diferentes e buscar influências mesmo em casts que não tenham nada a ver com quadrinhos ou sejam de assuntos que em princípio não me interessem.
Acho que o ponto principal que vocês disseram é “você não precisa fazer um podcast profissional mas seja profissional ao fazer seu podcast”. Isso pra mim é fundamental. E claro, gostar do que faz.
No aguardo da edição 37!
14/11/2011 at 10:57 am
Salve, empoeirados.
Acho a discussão sobre a mídia muito importante. Como entusiasta quero vê-la crescer e se espalhar tal qual uma praga.
Alguns podcasters já começaram a alterar alguns “costumes” em decorrência de sugestões como as levantadas nesse programa.
Particularmente, com o tanto de podcasts que tenho pra escutar, os “gigantes” estão começando a me complicar um pouco. Em semanas mais conturbadas (seja no trabalho ou em casa) fica difícil ouvir tudo que estou baixando, então dou preferência aos menores, mesmo que “goste” mais de outros.
Atualmente, os que excedem os 90 minutos já entram nessa categoria “gigantes”, na minha opinião.
Enfim, sigo prestigiando e, principalmente, agradecendo pelos programas e pela possibilidade de interagir e fazer amizades.
Abração.
15/11/2011 at 12:00 am
Parabéns pelo podcast, Dr. FatFrog. A mídia podcast tem muito conteúdo a ser debatido, e espero que ela se torne mais conhecida e valorizada.
16/11/2011 at 9:14 am
oi pessoas,
Eu já estava pensando que o podcast tinha acabado, mas felizmente isto não aconteceu.
Bom eu adorei este podcast, ate porque foi o primeiro podcast que eu ouvi o Jabour Rio fora o piratacast.
Umas das coisas que eu gostei neste cast e que eu concordei foi quando o Eduardo Sales falou sobre o Visão Historica, e bom eu comcordo com o que ele disse. E agredito que vai do momento em que a pessoa esta ouvindo o podcast. Tipo, eu sempre ouço as pessoas que ouvem podcast falando que o primeiro podcast que elas ouviram e gostaram foi o do Jovem Nerd, mas eu talvez por não ser nerd, eu comecei ouvindo o guanacast e apenas muito tempo depois eu consegui ouvir o podcast do jovem nerd sem ter vontade de dar um stop no áudio.
Acho que era isto, bom adorei o podcast e me desculpe se ficou um pouco sem nexo este comentario, eu estava escrevendo e ouvindo
o podcast ao mesmo tempo.
um abraço
16/11/2011 at 10:29 am
Bom ter sáido um novo cast, achei bem informativo e inesperado, acreditei se tratar de mais um podcast de recomendações, entretanto vocês comentaram sobre a prórpia mídia de podcast e perspectivas de futuro dela.
Eu comecei a ouvir podcasts devido ao Orkut, a comunidade em que participava tinha um bem antigo, mas como tinha apenas 300kbps de conexão, na época, resolvi não baixar, o tempo passou e em 2009 fui conferir, acabei gostando e procurei outros podcast sobre tem de games, acabei encontrando um quase falindo, daí me motivei a participar (e editar) e acabamos aumentando a sobrevida do pod por uns 12 programas a mais.
Quanto à equipe, o Silver não participará mais dos programas?, Ele está bem?
23/11/2011 at 11:01 am
Falaaaaaa pessoal! Depois de um grande tempo sem comentar, estou em dia com os episódios e com moral pra falar algo, hehehehheh!
Adorei esse episódio, a discussão trouxe muitos pontos de vista que fazem pensar e pensar e pensar… Abrir a cabeça para novas idéias e até uma visão mais crítica não só sobre os podcasts que ouço, mas, principalmente, para a Taberna.
Parabéns!!!
Beijões